Associação Cultural Recreativa e Desportiva Felgueirense, com sede no Largo do Carvalho, Lugar de Felgueira, Freguesia do Sobral, Concelho de Mortágua, Distrito de Viseu.
Foi fundada em 1984 – publicada em Diário da República nº 187 de 16/08/1985 – com o intuito de ocupar os momentos de lazer e proporcionar a todos os seus conterrâneos uma sólida união social.
Neste momento possui sede própria, edifício com dois pisos com uma área de 740m2. Dispõe de Sala de Convívio, Sala de Jogos, Biblioteca, Sala de Reuniões, Secretaria, Cozinha, dispensas, armazéns, Salão de Bailes e instalações sanitárias de apoio.
Os corpos sociais são compostos por 20 elementos distribuídos pela Assembleia-Geral (4), Direcção (11) e Conselho Fiscal (5).
Realiza eventos regularmente, mantendo assim o tempo ocupado de todos quantos dedicam algum do seu tempo à colectividade.
Em 1984 os Fundadores da ACRDF tinham como objectivos a ocupação dos tempos livres e proporcionar a sã convivência entre os Associados. Depois de muito trabalho, esses objectivos foram conseguidos. Foi uma tarefa árdua e morosa mas, da qual hoje nos podemos orgulhar. Somos uma estrutura equilibrada que proporciona um leque variado de actividades, que fazem desta colectividade um baluarte do Associativismo Popular.
Localizada no lugar de Felgueira, concelho de Mortágua situado no interior rural de Portugal, também não fica alheia à desertificação. No entanto, a Felgueira tenta contrariar a tendência e, com as diversas actividades, espírito e trabalho, acaba por ter um papel importante na fixação da população.
O ASSOCIATIVISMO representa hoje um eixo fundamental na participação dos nossos jovens na sociedade, nas suas múltiplas vertentes. Catalizador de energia empreendedora da juventude, desempenhando ainda um papel formativo e pedagógico, estimulando o espírito de participação cívica e a aprendizagem democrática.
Estas Associações têm dado múltiplos exemplos de desempenho e capacidade na prossecução destes fins, na animação sócio-cultural e animação das comunidades locais, na recuperação de tradições populares, na protecção do património cultural e ambiental, na promoção de inúmeras actividades de carácter social, cultural, desportivo, recreativo, entre outras.
Por outro lado, não deve ser ignorado o lugar significativo que as associações ocupam nos locais onde estão inseridas, quando se fala na desertificação da população ou na ocupação de juventude, quando tentam enveredar por vias menos apropriadas.
São proporcionadas condições aos Associados e habitantes que lhes permite acompanhar o desenvolvimento de zonas mais ao litoral.
Como Presidente desta colectividade, desde 1999, tendo dar seguimento ao trabalho dos meus antecessores, trabalho com uma vasta equipa 20 elementos, que tudo fazem para engrandecer cada vez mais esta colectividade, apesar das dificuldades que assolam o Associativismo.
Tudo o que está feito não se deve exclusivamente aos elementos de hoje, mas sim a todos aqueles que durante vários anos puderam dar o seu contributo, quer antecessores dos corpos sociais, quer aos colaboradores anónimos que deram um pouco de si a esta causa; cause que, embora simples e humilde, é tão nobre comos as mais nobres. Não podemos esquecer também aqueles que já partiram e nos deixaram eternamente, queremos também prestar a nossa homenagem e a todos o nosso muito obrigado.
Sentimo-nos realizados pela acção desenvolvida, pelo que eu o convido a navegar e consultar na nossa página, quem somos e o que fazemos.
Rui Manuel Martins Inácio